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O novo protetor solar português não deixa as temidas marcas brancas na pele

A fórmula mineral do Brava Solar é certificada pela União Europeia e foi trabalhada ao longo de um ano.

“Queria criar um produto que as pessoas tivessem vontade e confiança de usar todos os dias, nas quatro estações do ano.” Foi este desejo que acabou por levar à criação da Brava Solar, uma nova marca fundada por Andreia Santos e lançada oficialmente no início de agosto. A estreia foi feita com um protetor solar pensado para o rosto e para o corpo, com uma fórmula mineral e 94 por cento de ingredientes de origem vegetal.

O nome da marca é inspirado na costa portuguesa e na Ericeira, terra natal de Andreia. “É uma costa com o mar breve e vento”, explica.

A identidade visual segue a mesma inspiração, com várias cores associadas à paisagem, incluindo o azul do mar. “É um projeto autêntico, tal como a costa”.

A fundadora de 37 anos tem formação em Medicina Chinesa e é responsável pela AS Medicina Chinesa — Medicina Integrativa, além de ser finalista em Ciências da Saúde. Foi durante este percurso profissional que começou a olhar para a proteção da pele como parte de um conjunto de hábitos relacionados com saúde e longevidade.

“A grande lição que aprendi é que a saúde e a longevidade não têm um produto milagroso e constroem-se em pequenos hábitos diários”, afirma. Entre esses hábitos inclui a redução do stress, o sono e, claro, os cuidados da pele.

A empresária decidiu, então, desenvolver um produto para integrar numa rotina diária, sem ficar associado apenas aos dias de praia ou ao verão. A Brava Solar procura responder a essa necessidade com um protetor que possa ser utilizado ao longo do ano e que combine “proteção solar, conforto e uma composição de origem vegetal”.

O protetor solar.

A fórmula é mineral e atua através da criação de uma barreira que protege a pele dos raios solares. Segundo Andreia, 94 por cento dos ingredientes são de origem vegetal e a composição não contém disruptores hormonais. O produto é vegan e foi desenvolvido com preocupação em relação ao impacto no oceano.

“É uma fórmula segura que conserva as propriedades ativas das plantas que tem”, explica a fundadora.

A utilização não está limitada ao rosto. O creme pode ser aplicado também no corpo e foi desenvolvido para evitar um dos problemas associados a algumas fórmulas minerais: o efeito branco deixado sobre a pele. “Tem absorção rápida”. A textura “muito aveludada” é outro dos aspetos que destaca.

Até chegar à fórmula final, houve mais de um ano de desenvolvimento. O processo incluiu experiências com diferentes versões, análises de amostras, reformulações e testes. “Não foi fácil”, admite. O objetivo era encontrar um equilíbrio entre a eficácia da proteção solar, a composição escolhida e a experiência de utilização.

Apesar de ser uma marca portuguesa, o protetor solar é produzido na China, num laboratório especializado em plantas. E, garante Andreia, pode usá-lo com toda a segurança, visto que cumpre os requisitos exigidos pela União Europeia e é certificado pela mesma.

Nesta primeira fase, o protetor SPF 50 pode ser comprado através da loja online da marca e no hotel You and Sea, na Ericeira. Cada embalagem tem 100 mililitros e custa 37€.

A marca ainda é recente, mas a fundadora já está a trabalhar no próximo produto: um protetor solar 100 por cento natural e, claro, 100 por cento seguro. O desenvolvimento depende de uma questão que a fundadora considera importante nas fórmulas naturais: a capacidade de conservar os ingredientes e garantir a estabilidade microbiológica do produto.

Carregue na galeria para conhecer os protetores solares recomendados pela DECO Proteste.

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